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Trekking

Para fazer o trekking, o atleta vai precisar de muito fôlego, disposição, resistência e pernas fortes. Do contrário, a caminhada pode ser um martírio. Isto porque o trekking não é nada simples. Em geral, as trilhas passam por pedras e rios, subidas e descidas dentro da mata. Neste caso, além do preparo físico, vale uma ajudinha de equipamentos importantes como tênis ou papete apropriados, repelente e protetor solar. São trabalhados os músculos inferiores (pernas, glúteos e panturrilhas).

Rafting

O rafting, famosa descida de corredeiras de rios com um bote, exige agilidade, concentração e uma força extra nos braços, uma vez que o praticante vai ter que remar muito, especialmente se as águas do rio estiverem mais tranqüilas, o que deixa o bote mais pesado e difícil de manejar. Nesta atividade, são trabalhados os músculos inferiores, superiores, a musculatura dorsal e lombar (pernas, bíceps, tríceps, trapézio, deltóides, rombóides).

Cannoying

Os leigos podem achar que cannoying nada mais é que um simples estrangeirismo dado à prática da canoagem. Mas não é nada disso. A atividade consiste na exploração de uma furna escavada por um curso d'água esculpindo no relevo cachoeiras, vales e montanhas. Para explorar o Canyon - daí o nome cannoying -, utiliza-se a técnica de rapel (descida feita por corda), pela qual os praticantes descem cachoeiras de várias alturas. A prática trabalha os músculos inferiores e superiores, basicamente: pernas, glúteos, panturrilhas, bíceps e tríceps.

Bóia-cross

Quem nunca desceu um rio ou conheceu alguém que já embarcou nesta aventura usando apenas uma simples câmara de pneu de caminhão? Pois é, desta brincadeira improvisada surgiu uma das atividades mais procuradas pelos turistas que visitam Brotas, ponto turísitico dos esportes radicais. Mais sofisticado do que a brincadeira do passado, hoje, o passeio é chamado de bóia-cross. As bóias são anatômicas, encapadas e com alças laterais para maior segurança aos adeptos da atividade. O bóia-cross trabalha os músculos inferiores, com enfâse nos músculos superiores (braços e peitorais).

Arvorismo

O arvorismo é um esporte recente, criado a partir das técnicas utilizadas por pesquisadores para se locomover em florestas na altura da copa das árvores. Plataformas com até 9 metros de altura, interligadas por cabos de aço, viram uma espécie de trilha nos ares para os praticantes do esporte. A dificuldade vai aumentando à medida que a pessoa avança de uma plataforma a outra. O equipamento utilizado é o mesmo do rapel: cadeirinha, mosquetões, roldana, capacete e luvas. A segurança é garantida pela chamada "solteira": uma corda que liga a cadeirinha do praticante a uma roldana presa num cabo de aço. Além de utilizar todos os músculos, a verticália exige equilíbrio e concentração do praticante.

Caso você ainda não tenha se convencido do benefício em praticar os esportes de aventura, saiba que por necessitarem de um trabalho conjunto e da confiança dos esportistas uns nos outros, trata-se de um excelente exercício para incentivar o trabalho em equipe. Por essa razão tem levado grandes empresas a promover tais práticas para seus funcionários. Além disso, por conta das belezas naturais que, neste caso, são vistas bem de perto, estes esportes despertam a consciência ambiental nos praticantes.

 



 
 

 





   
 
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